Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Simplesmente estou triste.

Não consigo sorrir. Eu quero tanto que isto pare! É só azar, azar, azar e mais... azar! -.-

Estou farta -.-

 

Simplesmente quero que as dores de barriga, as dores de cabeça parem!! Mas não... -.-

 

E esquecendo esta treta... fica aqui o texto que vos prometi! Não está grande coisa, está muito estúpido e sem originalidade -.-

 

 

No meu quarto negro, o único som que se ouvia era a perfeição da chuva a cair sobre o meu telhado. Segui em direcção á janela e com apenas um olhar observei a chuva. Olhei a rua e vi a chuva a cair sobre o chão da minha varanda.

Abri a janela e saí lá para fora. A chuva teimava em cair. Eu teimava em ficar na varanda. A chuva caia, molhando a roupa que tinha vestido e o meu corpo.

Fechei os olhos e vi a simplicidade. Vi a perfeição.

Naquele prado verde coberto de flores de todas as formas, cores e feitios encontrava-se a calma. O sol, trespassando uma nuvem, queimava a minha pele. E a chuva continuava a cair intensamente, molhando o meu rosto e o meu cabelo. Um maravilhoso arco-íris, estendeu-se sobre o prado.

- Onde estou? - as minhas palavras, rasgaram-me a boca e pairaram no ar. Não havia uma única resposta.

Subitamente, um individuo apareceu tocando-me nas costas suavemente.

- Estás no céu.

- Não acredito – respondi rapidamente sem pensar.

- Estás no céu - repetiu - como podes não acreditar? Não confias nas palavras de um anjo?

- Anjo? Nem sei se hei-de acreditar nas palavras de um desconhecido - disse novamente sem pensar. Pensei como haveria de fugir dele. E pensei mais rápido do que aquilo que esperava pensar. Fugir. Corri em direcção do prado verde que nunca mais tinha fim e quando dei por mim, voava pelo ar em direcção ao chão macio coberto de relva. Tropeçara numa pedra. Cai no chão. Olhei para o meu joelho. E por incrível que pareça, ele não sangrava. Eu nem senti dor quando cai. Olhei para trás e não vi o anjo que me falava ainda á pouco.

- Anjo?

Nada. Apenas um enorme vazio.

- ANJO!? – Berrei.

Nada.

Corri para o vazio que se deparava em frente aos meus olhos. Desaparecera.

- Não gozes comigo anjo… vi-te muito bem. Sei que ainda aí estás… isto é… se eras mesmo um anjo… Não tinhas asas…

- Não… - parou de falar. Olhou para mim e recomeçou - Não são precisas asas para ser um anjo – e desapareceu. Corri contra nada.

- Anjo! Por amor de deus! Não brinques comigo! O que queres dizer com isso das asas?

De repente, apenas a voz dele ecoou nos meus ouvidos.

- O que pretendo dizer, é que…

E deixei de ouvir a voz.

Acordei sobressaltada na cama do meu quarto. Olhei á volta. Procurei-o com o meu olhar. Mas nada. Ele desaparecera num profundo sussurro.

A questão era: existem anjos sem asas? Acho que sim…


Hoje sinto-me Cansada -.-
Por aqui ouve-se Still loving you - scorpions
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By Inyy* às 22:16 | link do post | Say something ♥

4 comentários:
De Inês a 15 de Fevereiro de 2011 às 19:57
Adoro! Está muito bom :D Também adoro a música Still loving you dos Scorpions ...
beijinhos ;D


De Inyy* a 15 de Fevereiro de 2011 às 23:29
Obrigada nês :D muito obrigada aliás :DD
A música é linda *__* é daquelas que fica na cabeça... e no coração :D Bjs ;)


De Srta Anndréia_Lima* a 29 de Maio de 2011 às 02:43
Ameei <3\' parabéns mto boum!


De samara a 3 de Junho de 2011 às 15:57
adooooro vamos coleguinha...bjs valeu!!! N fica triste n...bora pra fente


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